Giovani,
não há palavra que rime com teu nome não
porque tu é muito... mongolão,
teus olhos são tão azuis quanto o céu,
e combina, porque tu mora longe pra dedéu
e eu sei, você dança o créu
escondido da tua irmã, que gosta de comer pastel.
Tu tem cara de maconheiro,
daqueles que fumam o dia inteiro,
mas tu é meu amigo,
gasto o meu sábado contigo
por falta de opção.
E eu sei que tu não gosta de pegar onda,
mas tua cara não nega,
tu ouve bonde da Stronda.
Tu me diz que mora na roça,
e eu sei que é verdade.
Tu passa o dia puxando carroça
nos caminhos da... humanidade.
Giovani,
que vem no MSN me perturbar,
no Orkut me atazanar e
no Forms comigo acabar.
Me diga, você quer me matar?
Eu podia a vida inteira falar
sobre sua vida de infortúnio
mas acontece que o meu primo Júnio
tá me chamando aqui no celular.
(Olha o que vc me fez fazer: coloquei errado o nome do meu primo, pra melhor poder escrever.)
Eu me cansei de rimar,
não quero mais falar,
porque eu perdi a paciência
com toda essa demência.
Isso me fez lembrar a palavra ausência
que rima muito bem com essa estrofe.
Agora eu estraguei a porra toda,
como quem estraga um delicioso... estrogonoffe.
E eu termino essa poesia
comentando um fato:
num impensado e insano ato
uma nova palavra foi inventada:
Mocóbaito, para ele
Mocóbica, para ela.
Sem mais declarações.
(medonho isso)
--'
hoooowwwwwwwww
ResponderExcluirfikei emocionadoooo
merda coreu uma lagrima aki